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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

2012 começou florido

Na beira da estrada tinha uma árvore, tinha uma árvore na beira da estrada....
 E na minha janela tem rosinhas...
Abro a janela e vejo flores...

 E o espelho mostra sua beleza...
E a flor de cera mostra a sua beleza no comecinho da floração...
Lilás ou azul?? Não importa, a hortência é bela de qualquer jeito...


 
E a dama da noite resplandece e nos presenteia com sua beleza por poucas horas.... discreta, só se mostra ao anoitecer... terá medo da luz????

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Nós somos a soma das nossas decisões"

Acabei de receber este texto, minha norinha o enviou e eu gostei muito. Sempre lemos as mesmas coisas com palavras diferentes, ouvimos os mesmos conselhos , mas nem sempre prestamos atenção ou assimilamos o que nos é ensinado. Por isso é válido bater na mesma tecla, novamente. Já dizia o ditado "Água mole em pedra dura...."


Escolhas de uma vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Divina flor do "cactus" - "A flor e o espinho"

Este foi o presente que meus olhos ganharam no primeiro dia do ano, na praia de Itacoatiara, em Niterói. Os cactus estão todos floridos, é uma festa para os olhos. Como é possível nascer uma flor tão bela em meio a espinhos ??? Espinho não machuca a flor, já diziam os poetas. Aí me lembrei dessa música...

A flor e o espinho
(Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha)
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
É minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na tua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua

Tirado de MPBnet

domingo, 18 de julho de 2010

Sapatinho de Judia

Começou a floração desta trepadeira que me encantou desde o primeiro olhar. Ganhei uns galhinhos , arrisquei e hoje ela está começando a me presentear com cachos belíssimos.
"Conhecida como Tumbérgia-sapatinho ou sapatinho-de-judia (Tumbergia mysorensis): trepadeira de belíssima floração, no começo cresce lentamente, mas com o passar do tempo seu desenvolvimento se acelera. Originária da Índia, deve ser cultivada sob sol pleno. Reproduz-se por meio de estacas e o espaçamento indicado é de 50 cm entre as plantas. Informações no site Jardim de flores "

terça-feira, 13 de julho de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

Retratos de 2009 - Parte 1 - setembro

É tão raro usarmos a palavra "retrato"... Foto, fotografia, agora, são muito mais significativos no mundo virtual do que retrato . Herança estrangeira, claro. Eu mesma me perco no uso dos termos : tenho caixas de fotos onde guardo muitos retratos, tenho álbum de retratos com fotos lindas.... E, pense bem, como vou chamar alguém pra olhar os meus retratos digitais? Se for de pouca idade , nem vai entender o que eu estou dizendo. Pois as crianças já não conseguem entender como pode existir máquina que não mostra as fotos na hora... Imagina "retrato digital"!!! Bem, todo esse introdutório foi apenas para postar aqui fotos de 2009 que ficaram guardadinhas , desde agosto, data das últimas postagens.
Paineira soltando suas flores ...

A flor da paineira caída na grama
Minha floresta em preto e branco...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Início de 2010...

...e Deus nos dá este presente, dentro do Santuário da Nossa Senhora Desatadora de Nós, em Campinas. Meu marido viu e meu filho Rafael registrou!


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Natureza democrática

Temos muito a aprender com os animais e com a natureza, se soubermos observar tudo a nossa volta. Se um cão passa por outro na rua, raramente se ignoram. Cheiram-se, rosnam, rodeiam, até brigam, mas não se ignoram. Eles se reconhecem como seres da mesma espécie, o que não acontece com os seres humanos. Muitas vezes entramos no elevador e nem trocamos um bom dia com quem encontramos. Cruzamos , diariamente, com pessoas que nem percebemos (propositalmente???) É a vida, como canta Gonzaguinha ....
E a natureza, que embeleza todos os lugares, sem distinção? Pois é, dia desses, estava observando o meu abacateiro, vi algumas flores de buganvílea bem no alto dele e fui ver se tinha mais flores em volta. Nada... ela cresceu e se derramou toda no muro do vizinho. Aí pensei em como a natureza é democrática: eu já tenho um pé de buganvílea, no outro lado do quintal, poderia , então , dividir o colorido das flores com outras pessoas... As flores decidiram e fizeram da melhor forma e estamos todos contentes por poder apreciar um colorido tão intenso.
No alto do meu abacateiro:
No muro do vizinho:

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Flores em Bananal

De amor e paz - Martinália



Acabei de ouvir a Martinália cantando essa música e adorei!!!

De amor e paz
(Adauto Santos e Luiz Carlos Paraná)

Quem anda atrás de amor e paz não anda bem
Porque na vida quem quer paz amor não tem
Seja o que for, sou mais o amor com paz ou sem
Sei que é de mais querer-se paz e amor também

Já que se tem que sofrer
Seja dor só de amor
Já que se tem que chorar
Seja mais por amor

Vou sempre amar não vou levar a vida em vão
Nem hei de ver envelhecer meu coração
Eu hei de ter ao invez de paz inquietação
Houvesse paz não haveria esta canção

terça-feira, 7 de julho de 2009

Flores em Campinas

Descendo a rua Francisco Glicério, eis o que vejo:

A cidade toda está florindo, que visual lindo!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Flor da "cabeludinha" Meu cotidiano 23/365

Não é toda casa que tem uma "cabeludinha", a "Plinia glomerata" não é uma fruta muito comum por aqui. Ela está coberta de flores e , em breve, as frutinhas virão adoçar a nossa vida.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Mussaenda - Meu cotidiano 17/365

Há um período do ano que ela fica totalmente sem folhas, parece morta. De repente, as folhas vão surgindo, as flores vêm tímidas e , rapidamente, temos este espetáculo: