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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Certezas

 
Certezas
Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons
sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente
importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca
cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter
forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,
e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder
dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas,
que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…
e que valeu a pena.
REcebi um poema como sendo de Mário Quintana, mas li no site Lendo.org, que a autora do texto é Adriana Brito. Pode ser mais um caso de texto apócrifo na internet. Leia mais aqui. Preciso pesquisar a respeito, mas divido as belas palavras com vocês e as  ilustro com essa foto das mãos de S. Francisco segurando sua oração tão significante, tirada em Pedreira/Sp.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Textos apócrifos na inernet.

Sou completamente apaixonada pela disciplina Crítica Textual, no currículo de Letras, que trata da fidedignidade dos textos publicados. Tive dois mestres espetaculares : Prof. Nilda Cabral (UFF e Liceu Literário Português) e Prof. Maximiano de Carvalho e Silva ( Liceu) que me mostraram o encanto e a importância dessa disciplina na publicação de textos. E recentemente, inadvertidamente, publico aqui um poema como sendo de Fernando Pessoa (Pedras no caminho) . Empolguei-me com a foto que tirei e com as palavras que já conhecia e havia recebido novamente por email, e publiquei sem pesquisar a autoria. Por sorte minha, um jovem blogueiro português , Luís Mendes, leu e me avisou . Além de fazer a correção no próprio post, quis dividir com vocês alguma coisa sobre essa prática, antes restrita às edições e cópias de livros, e hoje muito comum na internet, com os textos literários reproduzidos e repassados incansavelmente através dos emails.
Não vou me estender em explicações, porque já há vários sites comentando sobre isso na internet, então vou deixar uma lista de links aqui para quem quiser conhecer mais sobre o assunto. Vale a pena ler, é muito interessante ver o que fazem com os autores/textos e com as pistas deixadas pelas palavras que provam que o autor indicado não é o que escreveu.

sábado, 8 de maio de 2010

Pedras no caminho???


Leio este texto(não é de Pessoa, como citei antes) e reflito sobre elas:

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(não é de Fernando Pessoa - autoria desconhecida)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Primeiro prêmio de abril: o livro "Pais brilhantes, Professores fascinantes"


Qualquer pessoa (no Brasil, somente) pode participar do sorteio, inscrevendo-se até o dia 29/04/10 - Alterado para dia 03 de maio , até às 12:00 h.

Para concorrer ao livro "Pais brilhantes, Professores fascinantes", de Augusto Cury, é necessário , apenas:

1 - Ler o artigo Ler é chato. SErá? de Jaime Pinsky - clicando aqui ;

2 - Comentar o artigo;

3 - Se estiver lendo algum livro no momento, colocar o nome e comentar sobre ele para que sirva de indicação para outros leitores;

4 - Se não estiver lendo nenhum livro no momento, mas tem alguma boa indicação, coloque o nome e comente.

5 - Deixar seu nome, endereço de blog ou site, se tiver, email e cidade.

OBS: - Se quiser concorrer duas vezes, anuncie o sorteio no seu blog com o link para esta postagem, e avise aqui . Quem quiser fazer isso, mas tiver dúvidas de como proceder, envie email (veronicaarteira@gmail.com) que eu ensino.

Boa sorte!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Palavras/expressões da minha infãncia...

Dia desses estávamos num restaurante e meu filho, falando sobre o excesso de pedidos que fizemos (éramos 7 pessoas), disse: Tem comida arriviria. Poderia ser à reveria, à riviria , mas a pronúncia que conheci a vida toda foi essa: arriviria, que em casa usávamos com o significado de fartura. Claro que nunca questionei nem procurei o significado dela, porque era tão presente no nosso cotidiano, que isso não era importante. Fiquei anos sem ouvir essa expressão, muito repetida por minha mãe, mas ficou no inconsciente do meu filho e ele a usou com propriedade. Na hora, rimos muito. Falei que parecia a avó dele falando. Assim que chegamos em casa, fui procurar no "pai dos inteligentes", arriviria, revelia, reveria, riviria , e não achei. Procurei na net e também não encontrei nada com esse significado. Quando for ao Liceu, consultarei meus mestres sobre isso, certamente eles saberão a origem dela. E, conversando com meu irmão Chico, lembramos de mais algumas frases que ouvíamos quando pequenos:

1-Sai daqui, estrupício.
Usávamos com o significado de alguém incompetente, ignorante ou algo assim.

2-Cuidado, isso aí tá pelando!
SE a panela/comida estava quente, essa era a frase típica pra evitar que nos queimássemos.
Pode ser que tenha vindo do ato de tirar a pele de algum animal, com água quente. Essa é a dedução mais provável, eu penso.

3-Ah, comadre, ando tão desacorçoada... .
Sempre que alguém queria dizer que estava desanimada, descontente com a situação, usava essa expressão.

Vou pesquisar e ainda volto com esse assunto e com mais expressões da minha infância.

domingo, 5 de abril de 2009

A vírgula - brincando de pontuar

Usar a pontuação corretamente torna o texto muito mais rico e fácil de ser compreendido, além de não causar transtornos com uma possível má interpretação. Quando trabalho esse tema, gosto de brincar com algumas frases de duplo sentido. Hoje recebi, da minha queridissima Lenir, da pós da UFF, um email interessante sobre a danada da vírgula e divido com vocês. Segundo o email, o texto é da ABI - Associação Brasileira de Imprensa - na campanha dos seus 100 anos.

"Vírgula

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve..

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto..

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação."

Como ilustração, veio junto a seguinte frase para ser pontuada:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se você é mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você é homem, colocou a vírgula depois de TEM.

Vamos pontuar?
1-O fazendeiro tinha o bezerro e a mãe do fazendeiro era também o pai do bezerro.

2-Um homem rico estava muito mal de saúde. Pediu caneta e papel e escreveu:

“Deixo meus bens à minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.”

Morreu antes de fazer a pontuação. Afinal, a quem ele deixou a fortuna? Eram quatro concorrentes: a irmã, o sobrinho, o alfaiate e os pobres. Como você pontuaria , se fosse um deles, para ficar com a herança?

3-O menino toma banho quente e sua mãe diz ele quero tomar banho frio.

terça-feira, 10 de março de 2009

Reforma ortográfica l

Ando querendo escrever sobre a reforma ortográfica, mas ainda não consegui tempo para "digerir" todas as mudanças e colocá-las aqui. Qualquer hora faço isso e corrijo meus textos baseada nela. Porém, tenho lido ou recebido por email algumas coisinhas sobre a reforma e hoje li no Megazine, de "O Globo", um texto deThiago Cascabulho , aluno de Letras da minha querida UFF e divido com vocês a graça das palavras dele:

O desemprego da Trema
Acabou a tranquilidade da Trema.
Não aparecia com frequência,
Não batia mais ponto na repartição...
Alcaguetaram para a Gramática que,
Sem pensar nas consequências,
Expulsou a Trema da Pontuação.
Até de delinquente chamaram a coitada!
Ela não teve direito de arguir nada...
Depois, tentou concurso para reticências,
Mas não passou por um ponto.
Hoje, anda por aí desmilinguida da vida.
Quer morar na Alemanha, mas o voo para lá é caro.
Aliás, aí está outro fato sem nenhum nexo:
Demitiram da companhia o melhor piloto Circunflexo.

Uma observação: No jornal, o título é "O desemprego do Trema" e no blog, "O desemprego da Trema". Como fico incomodada com esses detalhes, ainda mais depois que conheci a "Crítica Textual", disciplina que trata da autenticidade dos textos, tenho o maior cuidado ao repassar textos alheios. Assim visitei o blog do Thiago e perguntei a ele se a mudança é proposital. Vou aguardar a resposta e coloco aqui.
SE houve erro, retrato, se foi proposital, explico.

domingo, 26 de outubro de 2008

Essas mulheres....

Eu tinha apenas quinze anos quando a do meio nasceu. Eu me lembro da alegria que tinha perto daquele bebê lindo, que eu batizei. Filha da minha irmã, que maravilha! Ao empurrar o carrinho dela pelas ruas ( porque naquele tempo só se andava a pé) eu até inchava com os elogios: “Que criança linda!!!” E me sentia a mais orgulhosa das tias. Os problemas foram muitos na infância dessa pequena, mas Karla era iluminada. Ria, brincava e nos encantava com suas gracinhas. Mamãe se derretia toda por essa neta, criada bem próxima a ela. Cresceu sempre cercada de muito carinho, muito amor. E, um dia, sem acreditarmos que ela havia mesmo crescido, essa pequena já carregava um bebê no ventre. No começo foi um susto, mas em pouco tempo, só havia alegria. E nasceu uma menina, Mariana, tão arrebatadoramente deliciosa quanto ela. Novamente aquela paixão, aquele sentimento maravilhoso, aquele orgulho de tia....ooooohhhhh... tia-avó. Não demorou muito, outra menininha veio lhe fazer companhia, a Manuela. E estávamos lá, outra vez, babando com aquele serzinho encantador, que nos olhava com aqueles olhos penetrantes, o que conserva até hoje!!!
E os domingos eram sempre mais coloridos porque elas vinham para cá, monopolizam nossa atenção, e as gracinhas se multiplicavam... Fotos, filmes, dengos, as primeiras falas, os resmungos com o tio Tony, as brincadeiras com os primos, o amor incondicional da Vó Conceição, a bisavó mais carinhosa do mundo. De repente, como se pulassem vários capítulos, Mariquita e Maricota, como eu as chamava, já estão maiores que nós. E nos surpreendendo, nos deixando tontos com suas atitudes fortes, mostram que sabem alguma coisa mais: SABEM ESCREVER! E a tia, coruja sempre, e que ama letrinhas, se delicia ao saber dos feitos dessas duas mulheres, quase gêmeas. E agradece à Libinha, à Karla e ao Maninho o presente que elas são na sua (minha) vida.
Por isso, hoje, registro aqui parte da notícia de um jornal local sobre uma premiação delas:


Concurso de redação do Grebal premia com computadores


Estudantes da cidade escreveram sobre educação.


ALEGRIA
As irmãs Manuela Duque Pio Pedro, 16 anos e Mariana Duque Pio Pedro, 17, estavam muito felizes. As duas, que estudam no Centro Educacional Barra Mansa, foram segundo e terceiro lugares no concurso, disputando na categoria Ensino Médio. “Na minha casa só tem gênio”, brinca Mariana, dizendo que na verdade o mais importante não é o prêmio e sim o quanto se aprende ao escrever uma redação. “Redigi sobre a educação no país e aprendi muito”, ressalta. Manuela concorda com a irmã. “Você tem que ter um bom conhecimento para fazer uma boa redação”, afirma. A mãe das meninas, a artesã, Karla Duque Pio Pedro, 38 anos, não conteve a emoção e o orgulho. “A maioria das pessoas tem dificuldade para escrever. Elas se saindo bem é uma felicidade”, destaca.
http://www.avozdacidade.com/portal/Variedades/htm000010152.asp


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Espalhando o saber...

Na semana passada, 27 de agosto, foi o lançamento do livro A linguagem: teoria, ensino e historiografia, editado pela Nova Fronteira/Lucerna, do meu queridíssimo professor Carlos Eduardo Falcão Uchôa, ganhador do prêmio Francisco Alves da Academia Brasileira de Letras, como já noticiei aqui.
O evento aconteceu na Livraria Unibanco Arteplex, em Botafogo, espaço amplo, aconchegante e de fácil localização. Foi uma noite de alegria por poder participar de um momento significativo como este, quando um professor tão especial divide seu conhecimento, suas idéias, sua teoria conosco. Citando Leonor Lopes Fávero, que prefaciou a obra, é uma publicação que amplia “os limites do conhecimento que se tem sobre a matéria”.
Para iluminar mais ainda a noite, reencontrei amigas e professores da pós do Liceu . Lamentei termos chegado tarde e não encontrarmos os outros professores que saíram cedo. Com o Professor Uchôa, foi só uma conversa rápida e uma dedicatória cheia de carinho, porque a função dele lá, distribuindo autógrafos e ouvindo elogios dos fãs, não parava. Conversamos rapidamente também com o Prof. Bechara , dono de uma simpatia a toda prova, e que é meu ídolo desde os tempos de faculdade, e nos divertimos bastante com o Prof. Rosalvo. Uma figura, esse homem de 82 anos. Incrível como ele não aparenta a idade, nem no físico, nem na conversa. Dono de uma sabedoria ímpar, com histórias deliciosas sobre seu tempo todo de professor, nos faz rir e apreciar bastante a sua companhia. Ah...e reencontrei Valderez...Valderez, Valderez, como a cumprimentava o Prof. Uchôa quando entrava na sala de aula. Conviver com ela por um ano, quase diariamente, foi um privilégio. Desses raros privilégios que a gente tem. Sinto muito sua falta. Ela é inteligente, escolada, batalhadora, divertidíssima, exímia conhecedora do Rio de Janeiro. Combinamos tanta coisa no período da pós, que não tivemos tempo de fazer... Ela me ciceronearia por diversos lugares do Rio, que conhece bem. Mas oportunidade não faltará, ainda faremos loucuras juntas. Não posso deixar de citar as meninas que estavam lá, que adorooooooooooo também: Lúcia e Janice, que são minhas companheiras maravilhosas de Niterói, sempre atenciosas e a quem sigo fielmente. Tem algo no Rio? Elas vão? “To dentro!”; Marise e Elaine, que não nos deixam de fora das novidades, mandando mensagem pelo Orkut, emails, telefonemas; Marina, de quem me tornei fã pela simpatia, inteligência e simplicidade e que me proporcionou assistir à defesa de sua tese de doutorado, última orientação do Prof. Uchôa, na UFF. E Cláudia??? Sempre com um enorme sorriso, com ar de quem está sempre pronta para alguma festa. E conheci Rita, de quem já havia ouvido falar, mas não tinha tido a oportunidade de conversar mais calmamente. Já sou fã! O Liceu proporcionou isso, alunos de turmas diferentes que continuam em contato sempre e já formaram uma boa amizade. É um grupo tão especial, que estamos querendo fazer algo juntos. Um grupo de estudos, talvez. Se não houver espaço disponível para isso, o Prof. Rosalvo citou as aulas peripatéticas de Aristóteles, nas quais os alunos aprendiam caminhando com o mestre. Ai, Meu Deus, estar entre esse povo é “sorver” sabedoria!!! Obrigada, sempre, por essas oportunidades.

Eu e Professor Uchôa

Eu, Professor Rosalvo e Professor Uchôa

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Premiação merecida


Na quinta, dia 17, quando a Academia Brasileira de Letras completou 111 anos, aconteceu a cerimônia de entrega dos seguintes prêmios:
Prêmios ABL 2008
1) PRÊMIO MACHADO DE ASSIS (CONJUNTO DE OBRA)
Autran Dourado
2) PRÊMIO ABL DE POESIA
Izacyl Guimarães Ferreira ─ “Discurso Urbano”
3) PRÊMIO ABL DE FICÇÃO, ROMANCE, TEATRO E CONTO
José Alcides Pinto ─ “Tempo dos Mortos”
4) PRÊMIO ABL DE ENSAIO, CRÍTICA E HISTÓRIA LITERÁRIA
Laurentino Gomes ─ “1808”
5) PRÊMIO ABL DE LITERATURA INFANTO-JUVENIL
Daniel Munduruku ─ “O Olho Bom do Menino”
6) PRÊMIO ABL DE TRADUÇÃO
Agenor Soares dos Santos
Leonardo Fróes
7) PRÊMIO ABL DE CINEMA
Jurandir de Oliveira ─ pelo roteiro adaptado do filme “O Quinze”
8) PRÊMIO FRANCISCO ALVES (PARA AS ÁREAS DE EDUCAÇÃO E LÍNGUA PORTUGUESA)
Paulo Nathanael Pereira de Souza
Carlos Eduardo Falcão Uchôa

Claro que eu não poderia perder o convite do meu querido Professor Uchôa, premiado na área de Língua Portuguesa, e deixar de assistir a tão merecida premiação. Ele é um exemplo de professor, de lingüista, de ser humano. Em suas aulas aprendemos uma nova visão da didática do ensino, uma nova forma de valorizar o aluno e a nossa profissão. Suas aulas são pura reflexão sobre a língua portuguesa e a arte de ensiná-la.
Minha admiração por ele começou nos bancos da pós na UFF, nas palavras e elogios da Professora Therezinha Bittencourt, sua ex-aluna e fã ardorosa.
E na ABL estavam ,também, meus outros professores queridos: Profa. Nilda , Profa. Terezinha, Prof. Cavaliere, Prof. Walmírio, Prof. Bechara e Prof. Rosalvo. Foi bom demais reencontrá-los. Percebi que preciso retornar à minha vida acadêmica, esse convívio me faz muito bem. Ah, e partilhar toda a alegria da festa com as meninas foi muito bom. Agradeço demais à Eliane, que conseguiu me encontrar a tempo, à Janice e a Lúcia que deram um jeitinho de me dar carona e à Eliane, amiga da Lúcia, que nos levou.
Escrevi na comunidade "Adoramos o Prof. Uchôa", no orkut:
"Posso dizer que faço parte de um seleto time de privilegiados que pôde ter um professor como esse. O seu amor à lingua portuguesa, aos alunos, à sala de aula, à forma de transmitir conhecimento me cativaram e me fizeram ler mais, pensar mais, ponderar mais, agir mais. E, principalmente, perceber que devemos sempre estar atualizados com o que se publica sobre a língua para que saibamos que caminho percorrer para transformar o ensino da língua num ato de amor. Ele é o meu professor queridoooooooooo."


Dia 27 de agosto ele lança mais um livro, mais um instrumento de enorme ajuda para os estudiosos da Língua Portuguesa. Estarei lá e registrarei aqui.