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terça-feira, 15 de junho de 2010

Embu das Artes

Fiquei encantada com o colorido da fachada desta loja! Aliás, a loja toda é um show, vale a pena conhecer. Não consigo achar o cartão de lá, mas vou encontrar e colocar o nome dela aqui. Tem peças artesanais lindas!!!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ele é carioca, ele é carioca!!!

Se existe doce dos deuses, este é um deles. Quer um pedacinho???? rs




Essa delícia chama-se "carioca" e é bastante conhecido por quem vive em Barra do Piraí. É doce de um tempo em que nem se falava em leite condensado ,apenas coco , ovos e chocolate, eu creio. Não deve ser difícil de fazer, mas a receita, apenas a pessoa que faz, tem. Outros já tentaram, mas o paladar da minha infância acusou logo: esse "carioca" é falso....SE quiser saboreá-lo, vá a Barra. Mas diga pro Pedro, proprietário e amigo de infância, que eu indiquei...rs

Ele evoca lembranças.... Quando eu era adolescente, a bomboniere do Jacinto era passagem obrigatória, mas só quando havia dinheiro sobrando - coisa rara - talvez por isso o doce tenha sido sempre tão saboreado e adorado por mim. Bem, não apenas por mim. Quem não mora mais na cidade, sempre que a visita, vai comer "carioca". E quando eu passo lá e não tem o doce, morro de tristeza. Quando mordo um pedacinho, lembro das risadas das meninas do Medianeira, das saias pregueadas dobradas na cintura, das paqueras na saída da escola, do primeiro beijo... Volto no tempo! E, o melhor de tudo, é que meu santo marido, toda vez que vai a Barra, não volta sem um pratinho desse docinho tão bom. Ontem mesmo, enquanto eu estava numa reunião do Curso em Milagres, lá na Dilurdes, ele foi ver se tinha o docinho. Assim que entrou, Pedro(o dono) já falou que tinha "carioca" pra Veronica. E, antes de comê-los todos sozinha, tirei essa foto aí pra vcs conhecerem, tá? Delicie-se!!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Textos apócrifos na inernet.

Sou completamente apaixonada pela disciplina Crítica Textual, no currículo de Letras, que trata da fidedignidade dos textos publicados. Tive dois mestres espetaculares : Prof. Nilda Cabral (UFF e Liceu Literário Português) e Prof. Maximiano de Carvalho e Silva ( Liceu) que me mostraram o encanto e a importância dessa disciplina na publicação de textos. E recentemente, inadvertidamente, publico aqui um poema como sendo de Fernando Pessoa (Pedras no caminho) . Empolguei-me com a foto que tirei e com as palavras que já conhecia e havia recebido novamente por email, e publiquei sem pesquisar a autoria. Por sorte minha, um jovem blogueiro português , Luís Mendes, leu e me avisou . Além de fazer a correção no próprio post, quis dividir com vocês alguma coisa sobre essa prática, antes restrita às edições e cópias de livros, e hoje muito comum na internet, com os textos literários reproduzidos e repassados incansavelmente através dos emails.
Não vou me estender em explicações, porque já há vários sites comentando sobre isso na internet, então vou deixar uma lista de links aqui para quem quiser conhecer mais sobre o assunto. Vale a pena ler, é muito interessante ver o que fazem com os autores/textos e com as pistas deixadas pelas palavras que provam que o autor indicado não é o que escreveu.

sábado, 8 de maio de 2010

Pedras no caminho???


Leio este texto(não é de Pessoa, como citei antes) e reflito sobre elas:

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(não é de Fernando Pessoa - autoria desconhecida)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Show da Família Coimbra - Ipiabas/RJ

Passei muitos dias/noites da minha infância ouvindo o Seu Coimbra tocar violão . ERam momenos mágicos, muitas vezes acompanhado pelo Zemar, filho ainda adolescente, e pelas vozes das irmãs da D. Lourdes Coimbra, mineiras de Sete Lagoas, que vinham passar férias em Barra do Piraí. E no dia 16/04, na abertura do "CAfé, Cachaça e Chorinho", em Ipiabas, tive o privilégio de ouvir Zemar e Dehon, filhos dele, e os netos Diogo e Dudu tocando juntos, divinamente. Voltei à infância e me deliciei novamente com aquele som tão velho conhecido. E perto da Beth, Dilurdes, Cidinha, D. Lourdes....Em minhas lembranças, estava de novo na França Júnior. Suspiros profundos....

Mais sorteio de aniversário no mês de Abril!

-3º Sorteio - Uma bolsa em patchwork da Veronica Arteira .

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sobre a morte e sobre a vida... Sobre(tudo)Viva!

Na coluna do Paulo Coelho na REvista Globo, de 11/04/10, ele escreve sobre a certeza de que todos vamos morrer um dia, no que poucos pensam. Ele lembra que as pessoas passam a vida "preocupadas com verdadeiros absurdos, adiam coisas, deixam de lado momentos importantes. Não arriscam, porque acham que é perigoso. Reclamam muito, mas se acovardam na hora de tomar providências. Querem que tudo mude, mas elas mesmas se recusam a mudar." Ele conclui que , se pensássemos mais na morte, muitas atitudes nossas seriam diferentes, "seriam um pouco mais loucas, teríamos força e coragem para fazer coisas importantes". E me ponho a pensar...Por que não vemos as coisas por esse prisma, por que arranjamos tantos problemas, implicamos tanto com as pessoas, valorizamos coisas inúteis, falamos demais, pensamos de menos e, invariavelmente, culpamos o outro por situações, muitas vezes, imaginárias? A vida podia ser mais leve, afinal, não levamos mesmo nenhuma bagagem para o cemitério. Então, por que carregar pesos excessivos aqui? Alguns poucos vivemos buscando a verdade dentro de nós, lemos muito, discutimos sobre, refletimos, ponderamos, mas, no nosso cotidiano, repentinamente, deixamos à parte toda essa sabedoria e rodamos a baiana, magoamos e nos magoamos por quase nada... O que é isso que nos cega momentaneamente? Que necessidade é essa de fazer valer direitos, impor opiniões, desconsiderar outro ponto de vista e sofrer? Impomos muito e trocamos pouco. Claro que não é viver aceitando tudo, concordando com tudo,mas refletir mais se vale a pena se exasperar por quase nada, defender conceitos que só dizem respeito a nós, querer que os outros nos entendam sem ao menos expormos o nosso verdadeiro Eu. Por vezes, penso que somos todos atores de uma peça bastante complexa. Vivemos variados papéis,mudamos o cenário, mudamos a cor, cuidamos da trilha sonora, mas esquecemos que a nossa platéia também faz parte do espetáculo. E que precisamos perceber o impacto que causamos à ela. Precismos é aprender a viver, e não somente sobreviver. Tantas vezes o nosso corpo dá sinais de que mudanças são necessárias, de que a cabeça tem de melhorar e não percebemos. Remédios pra dormir, para emagrecer, para acalmar, para curar aquilo que só depende dessa mudança de pensamento. Mas mudar nem sempre é fácil. E o pior é que "contaminamos" o outro com nossa doença "imaginária" e não nos damos conta. Estragamos a nossa vida de a de quem está ao nosso redor, magoamos sempre quem está mais próximo. Ler bons livros, assistir a bons filmes, conversar sobre eles e sobre a vida, rir bastante, continuar sonhando e realizando, sonhando de novo e tornando a realizar... Tanta coisa boa para ser partilhada, tantas palavras boas para serem ditas, e , às vezes, usamos sempre as mais ásperas... Deixar de ser tão radical, estar abertos a outras opiniões, conhecer novas possibilidades... Mudar sempre, porque renova... Tudo isso pode nos fazer ver a vida com outros olhos! "O mundo muda quando você muda."
Sobre(tudo)Viva!