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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Casinha pequenina

Tu não te lembras da casinha pequenina
Onde o nosso amor nasceu
Tinha um coqueiro do lado,
Que  coitado, de saudades
Já morreu...

Estava indo dar aulas quando vi essa casinha e parei para fotografar. Na hora a música veio à minha lembrança! Essa modinha faz parte do folclore popular e não se conhece o autor. Para mim tem muito significado, porque lembro-me do meu pai cantando-a na cozinha de nossa casa enquanto picava o fumo de rolo para  fazer o cigarro de palha. REcordações do século passado...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Igreja Santa Tereza D'Avila - Rio das Flores - RJ

a praça da Igreja está rodeada de azaléas em flor. É uma imagem linda e eu não resisti, tive de fotografar.
Ah, eu mereço um pouco dessa beleza, não é?

domingo, 8 de agosto de 2010

Sábias palavras: O que fiz hoje pelos outros?

De Martin Luther King

"Cada dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida.


A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo ou nas trevas do egoísmo.


Portanto, a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é:


O que fiz hoje pelos outros?"

domingo, 1 de agosto de 2010

A sacola plástica e o ovo. E os ovos???

Sempre que faço compras na quitanda ao lado da minha casa, eu levo tudo nas mãos, sem sacola plástica. No açougue, só uso o saquinho da carne, recuso a sacola também. Eles já sabem que estou fazendo a minha parte . E as sacolas, que somos obrigados a trazer quando as compras são em outros lugares, eu dôo para eles. Dia desses, eu o o dono da quitanda ficamos conversando sobre isso: como vai ser pra carregar as compras? Há várias soluções, mas meu papo hoje aqui é outro. Começamos a lembrar como eram as compras antigamente. Não fazíamos compras de mês como hoje se faz e nem havia tantos enlatados. Aliás, eu me lembro das latas de óleo (que púnhamos alça e servia de bule), de banha, de goiabada e de extrato de tomate. Isso porque leite condensado e creme de leite nem entravam na nossa casa. Eram produtos caros demais. Aliás, eram meu sonho de consumo. Uma vez, no armazem do seu Sílvio (eu já estava casada) houve uma promoção( acho que o armazem ia fechar)  e o preço do leite condensado estava lá embaixo. Nossa, não fazem idéia da minha alegria, da satisfação no meu rosto, quando comprei algumas latas de leite condensado. Realizei parte dos meus desejos com aquela compra! Mas voltemos à sacola plástica.  Eu e o dono da quitanda continuamos com nossas recordações: as compras eram embrulhadas num papel grosso e amarradas com barbante (lembro-me direitinho de ver o Zé da venda fazendo isso)). Quando a família era muito grande e, no caso da minha casa, que tembém  era uma pensão, o arroz, o feijão e a batata eram comprados em sacos de 20 kg ou mais.Conversa vai, risadas vêm,  aí pensamos: e os ovos? Como eram embrulhados? Muitas vezes embalados em jornal, e ele se lembrou também das cestinhas de arame (como a da foto) ou de bambu que levávamos pra trazer os ovos. De repente me dei conta: raramente comprávamos ovos, tínhamos galinheiro em casa. E chiqueiro de porco também. Algumas verduras na horta,  pés de frutas, o básico para nossa alimentação estava ali. Que maravilha era aquela vida!!! Sem sacolas plásticas, sem agrotóxicos, sem comida enlatada... Hummm...Mas eu me recordo de quando vi uma lata de feijoada pela primeira vez: fiquei embasbacada. Nem sei como ela foi parar lá em casa. Ah...acho que foi o Chico que trouxe . O sabor era maravilhoso, claro. Hoje eu não teria coragem de comer, mas naquela época foi uma novidade. E tudo tinha sabor especial porque era inacessível para nós, mas o que a gente gostava mesmo era do arroz com feijão, uma carne e batata frita. Ah...e pastel ! Mamãe fazia massa de pastel em casa, numa bacia grande de alumínio. Nós tínhamos o cilindro pra abrir a massa e era muito gostoso fazer isso, ir passando a massa várias vezes até ela ficar fininha, depois rechear, cortar, fritar e ...comerrrrrrrrrrrrrr!!! Claro, tudo isso sem citar o dia em que o meu outro irmão danado, moeu a beirada da minha mão nas roscas do cilindro...Fiquei com a marca na mão durante anos e com vontade de esganar o danado durante um bom tempo... 1 dia ou 2 dias... Porque havia tantas outras coisas boas acontecendo, que a gente se esquecia esses detalhes rapidinho. E hoje, eles são lembrados com uma saudade tão grande, que é doloroso até escrever. Nossa vida era difícil, mas nosso universo era tão imenso, que as experiências que tivemos quando crianças norteiam nossos passos até hoje e as lembranças nos fazem ainda mais felizes. Mas...E a sacola plástica, hem??? Como vamos nos adaptar sem elas (idéias aqui)??? Ah... eu já estou fazendo as ecobags para vender, claro. Espero que elas solucionem parte do problema .E o Planeta agradece! E você????

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Igreja de Sant'Anna - Barra do Piraí/RJ

Aqui no meu blog Palavrarteira, eu conto um pouquinho da emoção de entrar nesta Igreja que faz parte da história da minha vida.
Na torre da Igreja são 4 sinos de tamanhos diferentes.
Uma das chaves da Igreja na minha mão
TEto da sacristia
Eu não tinha muitos pecados, mas me ajoelhei bastante neste confesssionário!
Janela da sacristia.
Altar onde fui batizada, me casei e batizei meus filhos.
Detalhe da escadaria em caracol, toda trabalhada no ferro.
Uma das pinturas belíssimas que existem lá:
Ladeada por vitrais que me encantavam demais na infância.
O altar visto do coro.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Eu quero uma casa no campo...

Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
                                                   E tenha somente a certeza
                                                   Dos limites do corpo e nada mais
                                                   Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
                                                   No meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais  (ZéRodrix e Tavito)

domingo, 18 de julho de 2010

Sapatinho de Judia

Começou a floração desta trepadeira que me encantou desde o primeiro olhar. Ganhei uns galhinhos , arrisquei e hoje ela está começando a me presentear com cachos belíssimos.
"Conhecida como Tumbérgia-sapatinho ou sapatinho-de-judia (Tumbergia mysorensis): trepadeira de belíssima floração, no começo cresce lentamente, mas com o passar do tempo seu desenvolvimento se acelera. Originária da Índia, deve ser cultivada sob sol pleno. Reproduz-se por meio de estacas e o espaçamento indicado é de 50 cm entre as plantas. Informações no site Jardim de flores "